Fotógrafo há 12 anos, Pedro é formado em jornalismo, e atua no fotojornalismo desde 2003.

Trabalhou durante 6 anos em dois dos principais jornais de Belo Horizonte, época em que cobriu a Copa do Mundo da Alemanha.

Desde 2008 é parceiro das agências de notícias Agif Press, Agencia Estado, Agência O Globo e Futura Press, em pautas de Belo Horizonte… Além de colaborar com as agências internacionais Reuters e France Press.

Faz trabalhos, como freelancer, para as revistas Isto É, Veja, Infraero Revista, Gente da Caixa, Doc, e outras... E para portais como o Terra e DomTotal.

Pedro adquiriu experiência em praticamente todas as áreas da fotografia: política, economia, polícia, cultura, esportes, gastronomia e moda. Não só no jornalismo mas também na fotografia institucional.

Produz fotos publicitárias, institucionais e empresariais para assessorias de imprensa, agências de publicidade e empresas dos mais diversos ramos.

Desde 2007 divide um pouco do que sabe com alunos da faculdade de Comunicação e Artes do Centro Universitário Una, onde é professor nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Cinema.

"Os vestígios das imagens criadas pelo olho da câmera de Pedro Vilela invadem espaços da memória e do tempo. O curioso das suas imagens é que elas têm olhos. Elas olham aqueles que pretendem vê-las. São como escritas arcaicas que registram mais do que anunciam. Seu “cotidiano”, sua “gente” seus “jogadores”, seus “modelos”, seus “humilhados e ofendidos” e seu “ povo alegre” inventam uma realidade mais verdadeira que a própria realidade. Ele não fotografa os objetos: cria objetos que nos fotografam. Pedro não é um retratista, ele alumia o escuro dos objetos. Agora, sim, entendemos o título iluminador do livro de Clarice Lispector , A maça no escuro.  A ficção criada pela lente de Pedro Vilela é mais visceral que a realidade em chamas. Fazer retratos, muitos podem fazer. Criar mundos, como ele os faz, só para os que de fato têm olhos."

Geraldo Martins - Psicanalista, Professor, Escritor e Amante da Fotografia